Cazuza foi uma das personalidades mais consagradas e controversas do rock brasileiro. Jovem, boêmio e poético teve uma breve, mas intensa, trajetória de vida. Com apenas 32 anos faleceu devido a diversas complicações de saúde decorrentes da AIDS. O poeta deixou uma legião de fãs saudosos, e até os dias de hoje conquista novos admiradores com sua obra.
Aos 23 anos lançou seu primeiro trabalho como integrante do Barão Vermelho. Cazuza foi determinante como figura de criação e a sua entrada no grupo levou ao desenvolvimento de composições próprias.
A partir de 1983, nomes como Caetano Veloso e Ney Matogrosso começaram a apontar Cazuza como um dos grandes poetas de sua geração.
O poeta deixa o Barão Vermelho em 85 quando trabalhavam no quarto álbum do grupo. Cazuza buscava mais liberdade para se expressar musicalmente. Sucessos como "Ideologia", "Codinome Beija-Flor" e "Exagerado" vieram com a ruptura. E lançou em torno de 5 discos solos até a data de sua morte.
A certeza da AIDS se dá em 87, mas só revela seu estado ao público 2 anos depois. Tentou diversos tratamentos, inclusive fora do país, mas sem resultados significativos.
Em 7 de julho de 1990 sofreu de um choque séptico causado pela AIDS e faleceu. No enterro amigos, familiares e centenas de fãs apareceram. Cazuza teve uma vida breve, mas deixou um legado extenso.
Em sua homenagem, sua mãe criou a Sociedade Viva Cazuza que completa também 20 anos hoje. Atua desde 90 fornecendo medicamentos, exames e assistência a pessoas portadoras do vírus HIV. Atualmente, em torno de 140 pacientes por mês recebem tratamento à doença.
RIO DE JANEIRO - Exatamente duas décadas depois de sua morte (por complicações causadas pela Aids, no dia 8 de julho de 1990), Cazuza entra no time de figuras cultuadas pelas novas gerações de artistas brasileiros. Mas, pela habilidade com as palavras e a atitude rebelde e transgressora, o cantor e compositor carioca transcendeu definitivamente as esferas musicais, tornando-se uma influência decisiva também entre escritores. Assim como já acontecera com Jim Morrison, suas letras são elevadas ao status de poesia.
– Eu escuto Cazuza com o mesmo respeito com que leio Carlos Drummond de Andrade – explica o poeta Ramon Mello. – Acho que suas letras sobrevivem fora da música. Ouço suas canções como se fossem poesia.
Em seu último livro, Vinis mofados (2009), Mello dialoga abertamente com a música popular brasileira, compondo uma coletânea assombrada pelo universo pop. A presença de Cazuza aparece de forma direta em pelo menos dois poemas, Conjugado e Overdose blues. Para o poeta, a influência se exerce em sua geração tanto pela questão literária/musical quanto pela comportamental.
– Ele era um transgressor – argumenta. – E a sua atitude em relação à vida acaba inevitavelmente aparecendo no que ele escrevia e cantava.
Questão de atitude
A postura rebelde de Cazuza sensibiliza autores dessa geração, mesmo que eles não sejam diretamente influenciados pela estrutura do texto. É o caso do escritor e cantor carioca Bernardo Botkay, mais conhecido como Botika. Vocalista da banda Os Outros, é constantemente comparado a Cazuza por sua postura no palco – e até pela semelhança física. Mas no que diz respeito ao trabalho literário, tudo muda. Seu romance Autobiografia de Lucas Frizzo talvez só beba no universo de Cazuza pelo lado escrachado e contundente.
– Não param de me comparar a Cazuza, acho que por falta de opção – brinca Botika. – Há tão poucas pessoas autorais no rock que, quando aparece alguém, já chamam de Cazuza. Acho lindo, mas somos diferentes. O que me influenciou na escrita foi a falta de vergonha, uma certa atitude de se expressar. É essa coisa de colocar o pau na mesa.
“Também sou Cazuza”, escreveu o curitibano Luiz Felipe Leprevost em seu poema Balbúcio blues. Assumidamente devedor da herança poética do cantor, o autor de Ode mundana é fascinado por sua figura desde moleque.
– Sempre me encantei pela sua postura transgressora, de bater de frente com a classe média, e sempre ouvi suas músicas como poesia – lembra Leprevost. – Ele foi o responsável por me fazer entender que letra de musica é, sim, poesia. Até porque era um dos poucos letristas brasileiros que faziam primeiro a letra para depois colocar a música. Se você escutar a letra de Todas as mães são felizes, vai ver que é puro Rimbaud.
O crítico, professor e poeta Ítalo Moriconi vê a presença de Cazuza hoje como um referencial em um caldeirão que junta indistintamente autores mais literatos e outros mais pops. O que já acontecia com as gerações anteriores, também influenciada por compositores populares. Na introdução de Caio Fernando Abreu: cartas, que organizou, o pesquisador afirma que Cazuza e Renato Russo seriam “almas irmãs de Caio em matéria de destino e expressão artística”.
– É tudo poesia, palavra cantada, falada e escrita – argumenta Moriconi. – Mas cada uma tem sua especifidade. Sempre que atravessam as fronteiras, há perdas e ganhos. Aqui no Brasil, contudo, desde a escola primária se tem a ideia de que as três configuram uma cultura poética de igual para igual.
Jogador, que está de férias no Rio de Janeiro, foi fotografado na Barra da Tijuca.
Se alguém aí achou que Ronaldinho Gaúcho ficou meio cansado por ter ido à praia, à feijoada da Portela, ao show de Claudia Leitte e à quadra da Estácio de Sá no fim de semana, saiba que o jogador tem fôlego de sobra. Na tarde desta segunda-feira, 5, ele foi fotografado com amigos na Praia da Barra, no Rio.
De férias na cidade, o jogador escolheu um programinha light: foi à praia com amigos e uma loira que, rezavam os comentários no local, hospedou-se na noite do domingo, 4, onde Ronaldinho está, e só deixou o hotel para o banho de mar com o jogador. Hum...
Ronaldinho Gaúcho em programa light: peladinha de futevôlei na praia...
... papo descontraído com amiga...
.... e papo descontraído com os amigos e uma bela vista
Ator desembarcou na cidade nesta terça, 6, para promover seu novo filme, 'Encontro Explosivo', ao lado da colega de elenco Cameron Diaz.
Tom Cruise chega ao hotel
Tom Cruise já está no Rio para promover o filme "Encontro Explosivo". O ator chegou na manhã desta terça-feira, 6, e foi direto para o hotel Copacabana Palace, na Zona Sul da cidade.
Como da última vez que esteve no Rio, o ator deu show de simpatia e acenou para fotógrafos e fãs que o aguardavam na porta do hotel. Desta vez, Katie Holmes - que acompanhou o marido na première espanhola do filme e na viagem ao Rio no ano passado - não veio com ator.
Uma hora depois de chegar ao Copacabana Palace, o ator apareceu na janela do quarto onde está hospedado para admirar a vista da cidade.
A colega de elenco Cameron Diaz sim. A atriz, que contracena com Tom no longa, chegou discretamente ao mesmo hotel e logo depois seguiu para a sacada. De lá, ao lado de amigos, fez questão de registrar a famosa vista de Copacabana fazendo fotos de seu celular.
Segundo nota da coluna Página 3, do jornal "O Dia" Cameron e Tom ficarão apenas algumas horas no país. Eles participaram da pré-estreia e seguem na mesma noite para o México.
Tom Cruise na janela do hotel
Tom Cruise acena para os fotógrafos ao chegar no hotel
Tom Cruise acena para os fotógrafos ao chegar no hotel
Cameron Diaz com um amigo na sacada do hotel, no Rio
Daniele Suzuki e Ricardo Tozzi foram flagrados almoçando juntos na tarde desta sexta-feira, 18, no restaurante vegetariano “Caminho do mar”, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. O casal se conheceu durante as gravações da novela “Bang Bang”, em 2006, e namorou por 7 meses, terminando em 2007.
Após a refeição, os atores se abraçaram, com direito até a beijo no rosto. Ricardo deixou o local sozinho e Daniele ficou um pouco mais no restaurante, mas logo partiu em seu carro. Será que os atores estão relembrando os velhos tempos?
Ricardo Tozzi e Daniele Suzuki almoçam juntos no Leblon
Ricardo Tozzi e Daniele Suzuki
O ator ganhou da ex-namorada um abraço e um beijo no rosto
Desde que engravidou de Benjamin, Gisele Bündchen procura o lar ideal para morar com suafamília, e desta vez, ela achou. A modelo está construindo sua nova casa em Los Angeles, avaliada em US$ 20 milhões.
Estima-se que a nova moradia de Gisele e Tom Brady tenha 22 mil metros quadrados, oito quartos, uma garagem com seis vagas, piscina em forma de lagoa, ponte coberta, spa e elevador. Sem contar o novo quarto do herdeiro do casal, Benjamin, de apenas 7 meses.
Max Fercondini e Amanda Richter namoram durante jogo do Brasil
Na companhia da amada Amanda Richter, Max Fercondini esteve em São Paulo neste domingo (20) torcendo pelo Brasil. O ator foi uma das estrelas a acompanhar o segundo jogo do país na Copa do Mundo, em um evento no Jockey Club.
Apesar de não ter oficializado sua união com a amada, Max afirmou que já se sente um homem casado. “Se casamento é o compromisso de estar junto, amar, ficar junto, isso tudo eu e a Amanda já temos. Agora, se for pelo valor de formalidade, ainda não começamos a pensar nisso”, declarou.
Entre um gol e outro, o intérprete de Ricardo em “Viver a Vida” também falou sobre seus planos para o trabalho. “Este ano não vou fazer nenhuma novela. Foi muito cansativo fazer ‘Viver a Vida’ junto com o ‘Globo Ecologia’”, justificou o ator, que em 2011 promete voltar para as telinhas.
E já que o clima deste domingo é de futebol, diz aí o que está achando da atuação do Brasil no mundial. “Assisti ao primeiro jogo da Copa em Johanesburgo. Acho que o futebol apresentado não foi e de se jogar em Copa, mas fiquei feliz com o resultado. Este ano as grandes seleções estão perdendo ou empatando. Não sei se é porque a Copa é na África, mas deu zebra”, brincou Max.